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Side to SideMidnite String Quartet
Ao vivosegunda-feira, 13 de abril de 2020
BLOG SINDICATO DOS FEIRANTES DA PARAÍBA TEMA IMPORTANTE DA PROBLEMATICAÇÃO T C C SOBRE SURTOS EDEMIAS EPIDEMIAS E PADEMIAS VER ESTA MATÉRIA DE PESQUISA ESCOLAR
Compartilhe esse post MUITOS ESTUDANTES PESQUISADORES JÁ SE PREPARAM PARA ELABORAR T C C SOBRE OS TEMAS SURTOS EDEMIAS EPIDEMIAS E PADEMIAS DE 100 EM 100 ANOS APARECEM ESTES FATORES CONFORME PESQUISAS 1720 1820 1920 E AGORA 2020 
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Aprenda nesse conteúdo um método para te ajudar com a construção da problematização do TCC ou de outros trabalhos acadêmicos.
Quem está no processo de elaborar seu Trabalho de Conclusão de Curso já se deparou com a necessidade de escolher um tema para seu projeto e realizar a problematização do tcc com esse tema.
Item fundamental de uma monografia, a problematização tem a função de delimitar o tema e a pesquisa do trabalho ao apresentar.
De forma clara, deve se apresentar qual será a pergunta a ser respondida ou tema a ser tratado pelo seu TCC.
Apesar de sua importância para o trabalho, muitos alunos de graduação encontram dificuldades para fazer a problematização, pois não sabem como devem abordar o tema de modo a definir um foco para a pesquisa.
Como resultado, podem acabar com uma problematização muito generalista, o que dificulta a investigação do tema proposto e pode gerar um TCC sem foco.
Para evitar que esse problema ocorra com sua monografia, preparamos este post para lhe ajudar a elaborar uma boa problematização para o tema do seu TCC.
Mostraremos um método que pode ser seguido para se chegar à um problema de pesquisa que realmente contribua para o desenvolvimento do seu projeto.
Confira a seguir!
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O QUE É A PROBLEMATIZAÇÃO DO TCC ?
Ao contrário do que muitos graduandos pensam, o que fundamenta o desenvolvimento do TCC não é o tema selecionado, mas sim uma questão que precisa ser respondida.
Essa questão, que dá sentido ao projeto e é responsável por direcionar a produção da monografia, é a problematização.
Todo conhecimento científico surge a partir do interesse em se investigar um determinado tema na tentativa de encontrar a solução para algum problema identificado.
Em outras palavras, o problema de pesquisa é uma questão específica que você quer investigar dentro do seu tema.
Como o tema ainda é algo abrangente demais para ser tratado num trabalho acadêmico, a problematização surge como uma forma de delimitá-lo e dar maior foco para a pesquisa, por isso é tão importante.
Outro fato interessante sobre a problematização é que ela facilita a produção do TCC.
COMO FAZER A PROBLEMATIZAÇÃO DO TCC
Transformar o tema do TCC em um problema a ser resolvido pode parecer uma tarefa complicada num primeiro momento, mas é possível fazer isso facilmente com alguns direcionamentos simples.
Primeiro, você precisa ter em mente que o problema do seu trabalho deve atender à 4 requisitos básicos:
- Ser claro e preciso;
- Empírico, isto é, ser observável na realidade;
- Delimitado;
- E ser passível de solução.
Os quatro itens acima podem ser utilizados como um filtro para que você possa verificar a consistência e validade da sua problematização.
Mas, além deles, existem outras dicas que você pode utilizar para facilitar a elaboração da problemática que sua pesquisa busca resolver. Vamos à elas:
Encontre um motivo para sua pesquisa
Analise o tema escolhido por você com profundidade.
Procure ver todos os aspectos que podem ser explorados sobre aquele tema em uma pesquisa acadêmica e, dentre as possibilidades encontradas, tente selecionar aquela que seja relevante para você e para a sociedade.
Defina um problema de pesquisa
Depois de delimitar o assunto que você quer pesquisar para o seu trabalho, está na hora de formular perguntas que vão orientar a exploração do assunto definido e também o desenvolvimento da monografia.
Para isso, elabore uma lista com perguntas relacionadas ao tema do seu TCC e considere todas as coisas que estão ligadas ao assunto e que realmente despertam a sua curiosidade.
É com base nessa relação de perguntas que você vai formular a problematização para seu trabalho.
Seja claro na sua problematização do tcc
Ao definir um problema de pesquisa, procure ser o mais específico possível.
Não deixe margem para dúvidas sobre qual questão sua pesquisa vai procurar responder.
Lembre-se de não levantar problemas que você não pretende investigar.
Contextualize sua problematização
Não basta incluir uma pergunta solta no trabalho de conclusão de curso, pois você também precisa contextualizar essa problematização.
Para isso, estabeleça uma delimitação para sua pesquisa em termos de área do conhecimento, tempo e espaço e explique a relevância ou o que o motivou a pesquisar sobre aquele problema.
Seguindo as dicas acima, você conseguirá formular sua problematização do TCC de forma simples e sem dores de cabeça.
Para descomplicar ainda mais a produção do seu TCC, você pode utilizar o editor acadêmico Mettzer.
Ele é capaz de formatar seu trabalho de acordo com as normas ABNT, o que lhe economiza muito tempo e trabalho na elaboração da sua monografia.
Utilize o Mettzer e veja como escrever um TCC não precisa ser uma tarefa tão difícil assim!
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Um do fundadores da Mettzer, é publicitário com pós graduação em Branding e Gestão de projetos.
BLOG SINDICATO DOS FEIRANTES PB PESQUISAS SOBRE EFEITOS QUIMICOS IRRADIATIVOS QUE PODE MATAR MILHÕES DE PESSOAS [ Futurism ] [ Foto: Reprodução / Futurism ]
Apenas 1 grama desta substância pode matar 50 milhões e deixa mais 50 milhões doentes!
Este
elemento radioativo de número atômico 84, foi encontrado em 1898.
O Polônio-210 (Po-210) é um elemento mortal que causa um
efeito violento no corpo humano. Descoberto por Marie Curie, ele é uma das
substâncias mais tóxicas conhecidas pelo homem, tanto que um mísero grama dela
pode fazer um estrago gigantesco. A substância rara rendeu à Dra. Curie, o
Prêmio Nobel de Química em 1911. A cientista descobriu o polônio em uma fonte
de urânio.
A primeira vítima
Na vida, tudo tem um preço. Uma frase clichê que permite à
lei de Murphy agir sem clemência. A descoberta científica rendeu à Drª Curie um
prêmio Nobel, mas rendeu também a morte de sua filha Irène, devido à exposição
à substância. O elemento é tão perigoso que poderia matar cerca de 50 milhões
de pessoas e deixar outros 50 milhões doentes, com apenas 1 grama.
Caso mais comentado
Durante os anos de Guerra Fria, a disputa científica trouxe
aos laboratórios secretos da maioria das organizações de espionagens do mundo,
uma variedade de substâncias e elementos químicos à disposição dos cientistas
para análise e aprimoramento das tecnologias em geral.
O ex-espião soviético da KGB, Alexander Litvinenko que, na
época trabalhava para serviço secreto britânico MI6, bebia seu chá durante um
encontro formal com outros dois soviéticos e, provavelmente nesse momento,
ingeriu a dose de Po-210 que o matou. A radiação tomou-lhe por inteiro, levando
à morte algumas semanas depois do encontro.
Após necropsias e estudos, concluiu-se que os homicidas
utilizaram 26,5 microgramas para mata-lo. Essa dose já foi considerada
excepcionalmente alta.
Os resultados do Po-210
O perigo do Po-210 é proveniente de sua radiação e seus
efeitos acontecem apenas se ele for ingerido de alguma maneira, inalado ou pelo
contato com cortes e feridas na pele.
No caso de Litvinenko, o Po-210 atingiu fígado, rins, medula
óssea, trato gastrointestinal e gônadas após concentrar-se nas células
vermelhas do sangue.
O Po-210 rouba os elétrons das moléculas em seu caminho,
conforme viaja através do corpo, e danos ao DNA podem causar morte celular e
mutações que afetam a replicação celular. Dentro de dias, as pessoas passam a
ter sintomas como vômitos, seguidos de falência da medula óssea e perda de
cabelo. Em doses mais elevadas, síndromes gastrointestinal, cardiovascular e do
sistema nervoso central também podem ocorrer. Esta última é irreversível e
conduz à morte.
O Po-210 no ambiente
A substância pode ser encontrada no corpo humano. É
facilmente achada em frutos do mar e fumantes, por exemplo, possuem acúmulo de
Po-210 no tórax. Mas dificilmente você vai morrer por isto.
Entretanto, pela pouca probabilidade de ingeri-lo, o
diagnóstico é muito impreciso. O médico teria de identificar o isótopo
radioativo no corpo com equipamentos muito específicos, tornando pouco provável
uma resposta rápida o suficiente para tomar providências.
Onde é vendido?
É uma das perguntas mais efusivas que fizeram desde o caso de
Litvinenko.
O polônio é vendido apenas em pequenas quantidades e seria
necessário adquirir 15 mil unidades, para ser capaz de matar uma única pessoa
ou, como no caso de Litvinenko, “seria necessário ter acesso a um reator
capaz de produzir tais materiais e um laboratório de radioquímica, pois o
polônio é feito a partir de um processo industrial nuclear”, de acordo com
o Professos Nick Priest, um dos poucos especialistas do Reino Unido que
trabalharam com Po-210.
Um dos principais especialistas do complexo campo da física
teórica afirmou que o Po-210 só poderia ter vindo de uma antiga fábrica nuclear
soviética que foi o único lugar no mundo com uma linha de produção de polônio,
e aparentemente, estaria fechada em Sarov, na Rússia.
domingo, 12 de abril de 2020
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